domingo, 15 de janeiro de 2012

cancer de intestino

Câncer de intestino (câncer colorretal)

Câncer de intestino é também chamado de câncer colo-retal e inclui câncer de intestino grosso (câncer de cólon) e câncer da passagem de volta (câncer do reto ou câncer do reto). Informe-se sobre os sintomas de câncer de intestino, fatores de risco, causas e prevenção de câncer de intestino. Não há informações sobretestes para diagnosticar o câncer de intestino e tratamentos, incluindo cirurgia, quimioterapia, radioterapia,terapia biológica, pesquisas e ensaios clínicos. A sala de estar com câncer no intestino seção tem informações sobre a dieta após a cirurgia, a gestão de uma colostomia, e como o câncer pode afetar sua vida sexual

sábado, 7 de janeiro de 2012

Sinais e sintomas de câncer de intestino

Câncer de intestino no início pode não ter sintomas. Alguns sintomas de câncer de intestino posterior pode também ocorrer em pessoas com menos problemas médicos sérios, tais como hemorróidas (pilhas). Consulte o seu médico se você notar algum dos sintomas abaixo.

Os sintomas iniciais de câncer de intestino incluem:

     sangue nas fezes (fezes) ou sangramento pelo reto
     uma mudança nos seus hábitos intestinais normais que persiste por mais de seis semanas, como fezes diarréia, constipação ou passar com mais freqüência do que o habitual
     dor abdominal
     perda de peso inexplicada

Como câncer de intestino avança, às vezes pode causar sangramento no interior do intestino. Eventualmente, isso pode levar a seu corpo não ter o suficiente de células vermelhas do sangue. Isto é conhecido como anemia.

Os sintomas da anemia incluem:

     fadiga
     falta de ar

Em alguns casos, câncer de intestino pode causar uma obstrução no intestino. Os sintomas de uma obstrução intestinal incluem:

     uma sensação de inchaço, geralmente em torno do umbigo
     dor abdominal
     prisão de ventre
     vômitos

Quando procurar um médico

Consulte o seu médico se você tiver algum dos sintomas acima. Embora os sintomas não são susceptíveis de ser o resultado de câncer no intestino, esses tipos de sintomas sempre precisa ser investigado melhor.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Trabalhar sentado por 10 anos dobra risco de câncer de intestino

Péssima notícia para os que trabalham sentados, vejam, pode até ser cômodo, mas é prejudicial. De acordo com uma pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental, na Austrália, 10 anos ou mais de longos períodos sedentários quase duplicam o risco de alguns tipos de câncer de intestino, mesmo que a pessoa se exercite em seu tempo livre.
Os cientistas compararam o estilo de vida e o nível de atividade física de 918 voluntários com a doença e 1021 sem. Os resultados mostraram que os funcionários que passaram mais de uma década em um serviço parado se mostraram 94% mais propensos a desenvolver tumor no cólon distal e, 44%, de reto.
Entre as possíveis explicações estão que trabalhar em uma cadeira tende a causar aumento nos níveis sanguíneos de açúcar, danos na produção de insulina e inflamações. A publicaçãoAmerican Journal of Epidemiology divulgou esses dados.
Vale lembrar que, segundo o jornal Daily Mail, estudos recentes sugerem que os adultos americanos passam 55% do tempo sentados no escritório. Levantamentos anteriores mostraram que os homens que permanecem na cadeira a maior parte do dia apresentam 30% mais probabilidade de câncer de próstata do que aqueles com ocupações mais ativas.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Exame de DNA pode acelerar diagnóstico de câncer

Uma nova geração de exames de DNA para detectar câncer de cólon provavelmente irá melhorar a identificação de cânceres e pólipos pré-cancerosos que os precedem.

Os exames, se validados, podem reduzir substancialmente a carga da doença ao detectar os tumores num estágio inicial, incluindo os que não são identificados através de colonoscopia.

Casos de câncer colorretal tendem a crescer lentamente e são facilmente removidos se detectados precocemente.

Porém, muitas pessoas acima dos 50 anos não obedecem à recomendação de realizar uma colonoscopia - um procedimento que consome tempo, no qual um tubo é inserido no intestino -, e nem mesmo colonoscopias captam tudo.

O câncer colorretal se tornou o segundo tipo de câncer mais comum nos Estados Unidos; todos os anos, ele causa mais de 50 mil mortes e custa cerca de US$ 14 bilhões em tratamento.

Tumores de cólon oferecem evidências consideráveis de sua presença ao derramar sangue e células detectáveis nas fezes.

Exames de sangue reduziram as mortes por câncer colorretal apenas modestamente, pois não são muito sensíveis a pólipos pré-cancerosos, o estágio no qual o câncer é melhor prevenido.

Os pesquisadores chegaram a medir mutações no DNA depois que o Dr.

Bert Vogelstein, da Johns Hopkins University, descobriu a série de mutações pelas quais um pólipo do cólon avança até um câncer completo.

Porém, uma única mutação não prevê o risco de um paciente, e os exames de mutação, embora mais acurados do que exames de sangue, não têm sido um avanço decisivo.

Até 2004, estava claro que observar as mutações Vogelstein era "biologia elegante, mas não um gol de placa", disse o Dr.

David Ransohoff, especialista em exames de câncer colorretal da Universidade da Carolina do Norte.

Uma nova geração de exames sendo desenvolvidos depende de um processo diferente de células de câncer.

Todas as células desativam os genes dos quais não precisam a ligar pequenos químicos chamados grupos metis a certos locais ao longo de seu DNA.

Em células de câncer, geralmente há menos metilação que o normal, exceto por certas regiões do DNA onde o processo de metilação é levado ao excesso, talvez porque as células precisam desligar genes supressores do tumor.

Esses e outros genes são altamente metilados em tumores de colos e outros tipos de câncer.

A Exact Sciences, uma empresa sediada em Madison, Wiscosin, está desenvolvendo um exame de câncer de cólon baseado em DNA altamente metilado.

Seus pesquisadores relataram, no mês passado, que podiam detectar tumores de cólon e pólipos, distinguindo-os de tecido normal com 100% de sensibilidade e sem faltos positivos.

Os exames de DNA metilado foram realizados diretamente em tumores e espera-se que sejam menos acurados no mundo real, no qual eles teriam de trabalhar com amostras de fezes.

Quase todo o DNA em fezes é de bactérias, e o DNA metilado é uma fração de 0,01% do que é o DNA humano.

Mesmo assim, Kevin T.

Conroy, diretor da Exact Sciences, disse esperar que o exame de quatro indicadores, quando aplicado a amostras de fezes, detectaria pelo menos metade de todos os pólipos pré-cancerosos e 85% dos cânceres de fato.

Os resultados de um exame que está sendo levado a cabo agora em 1.600 pacientes serão reportados em outubro, ele disse.

O exame custaria menos de US$ 300, e amostras deveriam ser coletadas em casa.

Os pacientes seriam aconselhados a fazer o exame a cada três anos.

Pessoas com resultado positivo então fariam a colonoscopia para verificar e remover quaisquer pólipos; assim, as colonoscopias poderiam ser focadas em pacientes de alto risco, em vez da população em geral.

O exame da Exact Sciences se baseia no trabalho de Vogelstein, Dr.

Sanford Markowitz da Case Western Reserve University e Dr.

David A.

Ahlquist da Mayo Clinic.

Ahlquist, consultor científico da empresa, identificou alguns dos genes altamente metilados que a empresa está testando com indicadores para câncer de cólon.

Ahlquist disse que, se os exames funcionarem em amostras de fezes tão bem quanto o esperado, "este será o primeiro exame não invasivo que irá detectar lesões malignas com confiabilidade".

O câncer cervical vem sendo praticamente eliminado com o Papanicolau, ele disse, e "achamos que o câncer de cólon pode ser eliminado no mesmo nível".

O exame dos quatro indicadores pode detectar um tipo de tecido pré-canceroso chamado de pólipo serrilhado, que muitas vezes passa despercebido em colonoscopias, disse Ahlquist.

Esse exame também ignora pequenos pólipos inofensivos.

Usando conjuntos diferentes de quatro indicadores, outros tipos de câncer podem ser detectados.

"Podemos detectar todos os cânceres acima do cólon - pâncreas, esôfago, estômago, tubo bílico", disse Ahlquist.

Assim, em princípio todos os cânceres do trato gastrointestinal, que correspondem a quase um quarto de todas as mortes por câncer nos Estados Unidos, deveriam ser detectados a partir de amostras de fezes.

Vogelstein disse que exames para mutações de DNA seriam melhores na teoria do que os para metilação de DNA, pois as "mutações são completamente específicas e são elas que causam o tumor"; a metilação é menos causadora e aumenta naturalmente com a idade.

Exames de metilação de DNA são promissores a princípio, ele disse, e parece viável para a Exact Sciences obter uma sensibilidade de mais de 90% e um índice de falso positivo de apenas 5%-10%.

"Podemos tolerar de 5% a 10% de falsos positivos porque essas pessoas só fazem colonoscopia", ele disse.

Para cânceres acima do cólon, há muitas enzimas que digerem o DNA, então o fato de que esses cânceres podem ser detectados de forma eficiente ou não só pode ser confirmado com experimentos, disse Vogelstein.

Falsos positivos seriam mais um problema, já que para esses cânceres não existe método fácil de verificação, como a colonoscopia.

"É quando esses falsos positivos realmente começam a ser os malvados", ele disse.

Ransohoff afirmou que o exame da Exact Sciences ainda era um ponto preliminar.

"É muito bom e promissor", ele disse.

"Mas já vimos esse filme antes.

Precisamos ser esperançosos, mas não podemos nos deixar levar pela empolgação"

sábado, 24 de julho de 2010

Escritora lança livro sobre vitória sobre o Câncer

O livro Câncer & Vida: No Olho do Furacão, será lançado hoje à noite em Itumbiara pela arteterapeuta e professora de francês Angela Ceschim. A publicação é um relato da vida de Angela, que enfrentou e venceu um câncer linfático há 13 anos e depois descobriu um segundo câncer, desta vez no intestino, em tratamento. No livro, ela mostra como redescobriu sua vida após a doença e o amadurecimento obtido com as duas batalhas contra o câncer. Angela ensina que viver com intensidade.
“Enquanto estamos sadios, a vida nos parece infinita e acreditamos que temos tempo de sobra para buscar nossa felicidade”, diz a autora, que passou a dar valor a coisas simples e singelas, como ficar ao lado da família e ensinar os alunos na Escola Apae de Itumbiara. O livro será lançado às 19h, no Hotel Beira Rio.